Estes são os vídeos sobre liderança e trabalho em equipe ultilizados no seminários.
http://www.youtube.com/watch?v=oYmWPucPRTQ
http://www.youtube.com/watch?v=5k9OUrQSe2Y&NR=1
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Dinâmicas Ultilizadas Pelo Grupo.
Nesse post faremos uma decrição das dinâmicas de liderança ultilizadas pelo grupo no seminário.
Dinâmica do Cego.
7 à 10 participantes.
Material:
Uma Sala Bagunçada.
Intruções:
Ultilize uma sala vazia toda bagunçada para essa dinâmica, você deve colocar uma pessoa fingindo ser cega, pedindo ajuda para arrumar esta sala. Coloque os participantes na sala e deixe que eles hajam arrumem a sala da forma que acharem correta, por dois minutos.
Objetivo:
Localizar instinto de liderança e iniciativa no trabalho em equipe, identificar o participante que apresenta maior iniciativa e instinto de liderança análisando o decorrer da dinâmica.
Dinâmica da Mesa do Líder.
4 participantes.
Material:
Uma mesa com 4 cadeiras.
Intruções:
Disponha essas cadeiras em torno da mesa em forma de cruz, escolha um líder dentre os 4 participantes e dâ as seguintes intruções ao grupo:
A pessoa que estiver a frente do líder deve imitá-lo em todas as suas ações;
A pessoa a direita do líder deve chamar a sua atenção, conversando com o mesmo;
A pessoas a esquerda do líder deve levantar da mesa se achar que o líder não está lhe dando atenção;
O líder deve manter a atenção da pessoa da esquerda se não perde o jogo.
Objetivo:
O Objetivo dessa dinâmica é mostrar como o trabalho do líder é árduo, como ele é atarefado, e como a comunicação é importante no trabalho em equipe.
Dinâmica da Ponte.
7 à 10 participantes.
Material:
10 folhas de sulfite.
10 palitos de churraso.
10 pedaços de barbante.
Intruções:
Você deve entregar o material aos participantes da dinâmica, e dizer aos mesmos que eles tem 5 minutos para contruir uma ponte. O grupo não necessáriamente deve contruir a ponte, pois o objetivo da dinâmica não é esse.
Objetivo:
É avaliar a cooperação e como os participantes trabalham em equipe, além de avaliar também quem irá tomar iniciativa de liderar a construção da ponte.
Dinâmica das Bexigas.
7 à 10 participantes.
Material:
Um saco de bexigas.
Intruções:
Distribua uma bexiga para cada um dos participantes. Eles devem começar a brincar com as mesmas depois de cheias. O objetivo do grupo é não deixar nenhuma bexiga cair no chão, e cada pessoa que deixar a mesma cair dve sair do jogo. Cada vez mais sobrarão mais bexigas e diminuirá o número de participantes que devem manter as bolas no ar.
Objetivo:
Fazer o grupo trabalhar com cooperação e em equipe.
Dinâmica do Cego.
7 à 10 participantes.
Material:
Uma Sala Bagunçada.
Intruções:
Ultilize uma sala vazia toda bagunçada para essa dinâmica, você deve colocar uma pessoa fingindo ser cega, pedindo ajuda para arrumar esta sala. Coloque os participantes na sala e deixe que eles hajam arrumem a sala da forma que acharem correta, por dois minutos.
Objetivo:
Localizar instinto de liderança e iniciativa no trabalho em equipe, identificar o participante que apresenta maior iniciativa e instinto de liderança análisando o decorrer da dinâmica.
Dinâmica da Mesa do Líder.
4 participantes.
Material:
Uma mesa com 4 cadeiras.
Intruções:
Disponha essas cadeiras em torno da mesa em forma de cruz, escolha um líder dentre os 4 participantes e dâ as seguintes intruções ao grupo:
A pessoa que estiver a frente do líder deve imitá-lo em todas as suas ações;
A pessoa a direita do líder deve chamar a sua atenção, conversando com o mesmo;
A pessoas a esquerda do líder deve levantar da mesa se achar que o líder não está lhe dando atenção;
O líder deve manter a atenção da pessoa da esquerda se não perde o jogo.
Objetivo:
O Objetivo dessa dinâmica é mostrar como o trabalho do líder é árduo, como ele é atarefado, e como a comunicação é importante no trabalho em equipe.
Dinâmica da Ponte.
7 à 10 participantes.
Material:
10 folhas de sulfite.
10 palitos de churraso.
10 pedaços de barbante.
Intruções:
Você deve entregar o material aos participantes da dinâmica, e dizer aos mesmos que eles tem 5 minutos para contruir uma ponte. O grupo não necessáriamente deve contruir a ponte, pois o objetivo da dinâmica não é esse.
Objetivo:
É avaliar a cooperação e como os participantes trabalham em equipe, além de avaliar também quem irá tomar iniciativa de liderar a construção da ponte.
Dinâmica das Bexigas.
7 à 10 participantes.
Material:
Um saco de bexigas.
Intruções:
Distribua uma bexiga para cada um dos participantes. Eles devem começar a brincar com as mesmas depois de cheias. O objetivo do grupo é não deixar nenhuma bexiga cair no chão, e cada pessoa que deixar a mesma cair dve sair do jogo. Cada vez mais sobrarão mais bexigas e diminuirá o número de participantes que devem manter as bolas no ar.
Objetivo:
Fazer o grupo trabalhar com cooperação e em equipe.
Conceito de Liderança.
Ao longo do tempo verificou-se que empregado, quando tem confiança e é comprometido com a empresa, obtém mais e melhores resultados, do que o empregado vigiado e mandado. A liderança, dentro de uma visão moderna, está sendo buscada por um simples fato: o controle de empregados custa caro, e não obtém a maior produtividade de cada empregado. Ou seja, é
duplamente ineficaz: custa mais e não obtém o melhor.
Não fosse isso, não se justificaria um Hospital Sara Kubitschek, que possui um corpo técnico de excelente nível e paga salários menores do que esses profissionais poderiam estar ganhando no mercado. Ou ainda, o McDonalds, que atendem em 119 países, têm mais de 30.000 restaurantes de lanches rápidos, e servem mais de 47.000.000 de sanduíches por dia, com pessoal atendendo a todos com um sorriso nos lábios.O que faz com que todas estas pessoas trabalhem assim?O que esse pessoal faz que os outros não possam fazer?
Cabe discutir o que é liderança.
Abaixo estão alguns conceitos de liderança.LIDERAR é conectar os seus empregados ao seu negócio. LIDERAR é obter e manter empregados que ajam e trabalhem como proprietários. LIDERANÇA é a arte de fazer com que os outros tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito. LIDERANÇA é a arte de mobilizar os outros a batalhar por aspirações compartilhadas. LIDERANÇA é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de empregados engajados.
O conceito mais correto, e ultilizado pelo grupo para o seminário é esse:
LIDERANÇA é a influência que uma pessoa exerce sobre outra ou sobre um grupo de colaboradores pra que juntos cumpram um objetivo em comum.
duplamente ineficaz: custa mais e não obtém o melhor.
Não fosse isso, não se justificaria um Hospital Sara Kubitschek, que possui um corpo técnico de excelente nível e paga salários menores do que esses profissionais poderiam estar ganhando no mercado. Ou ainda, o McDonalds, que atendem em 119 países, têm mais de 30.000 restaurantes de lanches rápidos, e servem mais de 47.000.000 de sanduíches por dia, com pessoal atendendo a todos com um sorriso nos lábios.O que faz com que todas estas pessoas trabalhem assim?O que esse pessoal faz que os outros não possam fazer?
Cabe discutir o que é liderança.
Abaixo estão alguns conceitos de liderança.LIDERAR é conectar os seus empregados ao seu negócio. LIDERAR é obter e manter empregados que ajam e trabalhem como proprietários. LIDERANÇA é a arte de fazer com que os outros tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito. LIDERANÇA é a arte de mobilizar os outros a batalhar por aspirações compartilhadas. LIDERANÇA é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de empregados engajados.
O conceito mais correto, e ultilizado pelo grupo para o seminário é esse:
LIDERANÇA é a influência que uma pessoa exerce sobre outra ou sobre um grupo de colaboradores pra que juntos cumpram um objetivo em comum.
Liderança Como Processo Social.
A Liderança é tida por alguns teóricos como um processo social, uma relação entre seres humanos que é constítuida e influenciada por 4 fatores.
1. - Missão.
Missão é o objetivo ou tarefa que o líder e o liderado devem cumprir, é o objetivo da equipe de trabalho. A missão pode ser classificada de duas formas.
1.1 - Missão Moral.
A Missão Moral é aquela em que o líder estabelece um missão pra seus liderados, mas não estabelece uma recompensa material, a recompensa para o cumprimento da tarefa seria a própria meta alcançada. O líder que consegue estabelecer uma missão moral para com seus liderados é chamado de líde carismático.
1.2 - Missão Cauculista.
É o tipo de missão em que o líder estabelece uma meta e uma recompensa material. O líder desssse tipo de missão é chamado de líder transacional.
2- Líder.
É a pessoa que deve exercer uma influência sobre os colaboradores para que os mesmos alcancem uma meta, que deve dar motivação e inspiração para seus liderados.
Os teóricos costumam dizer que uma pessoa pode se tornar líder por 3 fatores.
2.1 - Traços de Personalidade.
É o líder que nasce com alguns traços que se transformam em uma tendencia para liderar, entre eles, determinação e autoconfiança.
2.2 - Necessidade de Poder.
É o líder que tem necessidade de estar no comando. Pode ser por satisfação pessoal, de liderar os seus colaboradores, ou por satisfação coletiva, de alcançar um meta que promova a todos, líder e liderados.
2.3 - Complexo de Habilidades.
Trata a liderança como um complexo de habilidades a ser desenvolvidas por alguém que deseja ser líder, como por exemplo, a comunicação.
3- Liderado.
O líderado é quem vai colaborar com o líder para que o líder alcance o objetivo desejado. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o liderado também exerce influência sobre o líder, na forma de legitimação da sua liderança. Um líder nunca é um bom líder sem a aprovação dos liderados.
Os liderados podem ser classificados de duas formas, segunda suas motivações:
3.1 - Liderados Fiéis.
São aqueles que se deixar ser comandados por um líder por possuírem a mesma ideologia ou opinião. Em troca eles exigem obrigações do líder, como por exemplo, que o líder mantenha a mesma ideologia sempre.
3.2 - Liderados Mercenários.
São aqueles que se deixam ser comandados por interesses materiais. Exigem em troca da sua colaboração no trabalho em equipe recompensas físicas.
4 - Conjuntura.
É o ambiente em que esse processo de liderança ocorre. A Conjuntura sofre influência temporais, geográficas, culturais, e assim influência o processo social da liderança.
1. - Missão.
Missão é o objetivo ou tarefa que o líder e o liderado devem cumprir, é o objetivo da equipe de trabalho. A missão pode ser classificada de duas formas.
1.1 - Missão Moral.
A Missão Moral é aquela em que o líder estabelece um missão pra seus liderados, mas não estabelece uma recompensa material, a recompensa para o cumprimento da tarefa seria a própria meta alcançada. O líder que consegue estabelecer uma missão moral para com seus liderados é chamado de líde carismático.
1.2 - Missão Cauculista.
É o tipo de missão em que o líder estabelece uma meta e uma recompensa material. O líder desssse tipo de missão é chamado de líder transacional.
2- Líder.
É a pessoa que deve exercer uma influência sobre os colaboradores para que os mesmos alcancem uma meta, que deve dar motivação e inspiração para seus liderados.
Os teóricos costumam dizer que uma pessoa pode se tornar líder por 3 fatores.
2.1 - Traços de Personalidade.
É o líder que nasce com alguns traços que se transformam em uma tendencia para liderar, entre eles, determinação e autoconfiança.
2.2 - Necessidade de Poder.
É o líder que tem necessidade de estar no comando. Pode ser por satisfação pessoal, de liderar os seus colaboradores, ou por satisfação coletiva, de alcançar um meta que promova a todos, líder e liderados.
2.3 - Complexo de Habilidades.
Trata a liderança como um complexo de habilidades a ser desenvolvidas por alguém que deseja ser líder, como por exemplo, a comunicação.
3- Liderado.
O líderado é quem vai colaborar com o líder para que o líder alcance o objetivo desejado. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o liderado também exerce influência sobre o líder, na forma de legitimação da sua liderança. Um líder nunca é um bom líder sem a aprovação dos liderados.
Os liderados podem ser classificados de duas formas, segunda suas motivações:
3.1 - Liderados Fiéis.
São aqueles que se deixar ser comandados por um líder por possuírem a mesma ideologia ou opinião. Em troca eles exigem obrigações do líder, como por exemplo, que o líder mantenha a mesma ideologia sempre.
3.2 - Liderados Mercenários.
São aqueles que se deixam ser comandados por interesses materiais. Exigem em troca da sua colaboração no trabalho em equipe recompensas físicas.
4 - Conjuntura.
É o ambiente em que esse processo de liderança ocorre. A Conjuntura sofre influência temporais, geográficas, culturais, e assim influência o processo social da liderança.
Estilos de Liderança.
Estilos de Liderança.
Nas empresas podemos observar tipos diferentes de liderança e que podem ser classificados em duas partes: o líder autocrático, ou seja, o real; e o líder democrático, o ideal.
Temos de um lado, líder autocrático "chefe" que define as metas e como cumpri-las. Geralmente acredita estar sempre certo e transmite pouca confiança a seus subordinados. Ele se baseia no poder do cargo que ocupa e sua atenção esta direcionada às tarefas e não às relações humanas de sua equipa.
Por outro lado, temos o líder autocrático que busca compartilhar as decisões e as atividades com a equipe. Podemos dizer que sua visão do ser humano e de si é outra. Ele acredita que a equipe toda deve participar do planejamento e execução da tarefa; portanto, não se julga o dono da verdade. Acredita na autonomia e responsabilidade de seu grupo. E vê que seu poder é atribuído pela credibilidade que a equipe lhe dá; está voltado para as relações interpessoais e não para si mesmo.
Porém, é observável em alguns casos que o líder nem sempre é só autocrático ou só democrático, pois um líder democrático também pode voltar sua atenção às tarefas.
Não é adequado dizer que apenas um estilo é correto, pois há inúmeras situações pelas quais a equipe passa e que exigem tipos diferentes de liderança. Fatores como o comportamento do grupo, relacionamentos, crenças, entre outros, devem influenciar no comportamento do líder.
Segundo Outhwaite e Bottomore (1996, p. 426) liderança é "a qualidade que permite a uma pessoa comandar outras", sendo traduzida como uma relação mútua entre líder e liderados, entre o indivíduo e o grupo, pautada na aquiescência e não em coerção. Do ato de emitir uma ordem e esperar que ela seja cumprida, há um tortuoso caminho para se entender como a liderança legitima-se e quanto exercício de poder ela exige.
Gibb (apud OUTHWAITE e BOTTOMORE, 1996), por sua vez, entende que a liderança é resultante de uma interação entre a personalidade e a situação social, uma vez que, são diversos os fatores que influenciam o processo de liderança, não somente líder e liderados, mas também as forças contidas no ambiente, na situação.
Segundo resenha de alguns autores, efetuada por Paul Hersey e Kenneth Blanchard, (1969) " liderança é o processo de exercer influência sobre um indivíduo ou um grupo, nos esforços para a realização de um objetivo, em determinada situação".
Nas empresas podemos observar tipos diferentes de liderança e que podem ser classificados em duas partes: o líder autocrático, ou seja, o real; e o líder democrático, o ideal.
Temos de um lado, líder autocrático "chefe" que define as metas e como cumpri-las. Geralmente acredita estar sempre certo e transmite pouca confiança a seus subordinados. Ele se baseia no poder do cargo que ocupa e sua atenção esta direcionada às tarefas e não às relações humanas de sua equipa.
Por outro lado, temos o líder autocrático que busca compartilhar as decisões e as atividades com a equipe. Podemos dizer que sua visão do ser humano e de si é outra. Ele acredita que a equipe toda deve participar do planejamento e execução da tarefa; portanto, não se julga o dono da verdade. Acredita na autonomia e responsabilidade de seu grupo. E vê que seu poder é atribuído pela credibilidade que a equipe lhe dá; está voltado para as relações interpessoais e não para si mesmo.
Porém, é observável em alguns casos que o líder nem sempre é só autocrático ou só democrático, pois um líder democrático também pode voltar sua atenção às tarefas.
Não é adequado dizer que apenas um estilo é correto, pois há inúmeras situações pelas quais a equipe passa e que exigem tipos diferentes de liderança. Fatores como o comportamento do grupo, relacionamentos, crenças, entre outros, devem influenciar no comportamento do líder.
Segundo Outhwaite e Bottomore (1996, p. 426) liderança é "a qualidade que permite a uma pessoa comandar outras", sendo traduzida como uma relação mútua entre líder e liderados, entre o indivíduo e o grupo, pautada na aquiescência e não em coerção. Do ato de emitir uma ordem e esperar que ela seja cumprida, há um tortuoso caminho para se entender como a liderança legitima-se e quanto exercício de poder ela exige.
Gibb (apud OUTHWAITE e BOTTOMORE, 1996), por sua vez, entende que a liderança é resultante de uma interação entre a personalidade e a situação social, uma vez que, são diversos os fatores que influenciam o processo de liderança, não somente líder e liderados, mas também as forças contidas no ambiente, na situação.
Segundo resenha de alguns autores, efetuada por Paul Hersey e Kenneth Blanchard, (1969) " liderança é o processo de exercer influência sobre um indivíduo ou um grupo, nos esforços para a realização de um objetivo, em determinada situação".
Confiança: A Principal Característica De Um Líder.
A Principal Característica De Um Líder.
A confiança é a principal característica que dá suporte à liderança. Alguns denominam esta característica principal de credibilidade. Não muda muito, só o nome.
A confiança representa uma condição, sem a qual, não floresce a liderança. Ou seja, só é líder quem inspira confiança. Esta condição não garante a assunção da liderança, mas garante a base onde ela pode ser construída.
Portanto, qualquer que seja a posição de um líder, em qualquer empresa ou situação, a principal característica desse líder - e de quaisquer outros líderes - é a confiança. Para haver um líder, esse líder tem que inspirar confiança em quem o segue.
A confiança, então tão buscada e desejada, apresenta algumas peculiaridades interessantes, que ajudam na sua formação, apresentadas abaixo:
1. A confiança requer tempo para ser construída.
Não há confiança à primeira vista, o tempo é o adubo que permite crescer a relação de confiança.
2. A confiança é construída um a um.
A confiança se constrói em relações entre duas pessoas. Faça visitas garantindo isonomia de tratamento e construa a confiança.
3. A confiança é uma avenida de duas mãos.
A confiança precisa de duas pessoas e, necessariamente, ser recíproca. Se não há reciprocidade, há problemas de balanceamento no relacionamento.
4. A confiança implica em apreender e aprender com o outro.
Neste mundo de rápidas mudanças as pessoas estão aprendendo, mais e mais rápido, e a relação de confiança necessita constante troca de informações, tanto para equiparar os dois lados da relação de confiança, como para apreender as mudanças que ocorrem com cada um dos lados dessa relação.
5. A confiança tem limites.
A confiança é conquistada etapa a etapa. A cada etapa há o controle para verificar se a confiança depositada teve a realização comprometida do outro lado. Umas regras ótimas são:
Confie em Deus, e feche aporta com cadeado.
Tenha sempre confiança, mas faça contratos por escrito.
6. A confiança exige firmeza.
Tornar claro e checar o entendimento do que se espera é básico. Uma vez depositada a confiança, ela tem que ser correspondida. Confiança não correspondida significa abandono da relação. Porto final.
7. A confiança requer líderes.
Para se adquirir confiança é necessário que a outra parte diga algo como:
- Deixa comigo!
Isto, acima de tudo, quer dizer que a pessoa informa que tem condições de levar a bom termo a situação. No mínimo, esta pessoa lidera a si própria, ela se compromete com resultados.
8. Confiança significa lisura de procedimentos.
O melhor truque para ser um líder é não utilizar truque nenhum.
9. A confiança requer caráter e persistência.
A relação de confiança requer que cada lado só prometa aquilo que pode cumprir, portanto, se você prometeu, vá até as últimas conseqüências para garantir o prometido.
Ou de outra forma: só prometa aquilo que você pode cumprir, com folga.
Ou ainda mais: mesmo que o outro lado insista, jamais seja desonesto.
Você leva muito tempo para ganhar confiança e somente um segundo para perdê-la.
10. A confiança e o ser humano.
O ser humano é interessante: julga os outros pelos seus comportamentos, mas, a si próprio, pelas suas atitudes.
Aos próprios olhos nunca ninguém falha, há sempre uma explicação plausível, mas as razões pelas quais você deixou alguém a ver navios, são exclusivamente suas. Não importa se você é incompetente, se você tem falta de sorte, ou mesmo se você é mentiroso.
Assuma o erro, peça desculpas e, se aceita a desculpa, comece de novo a construir a confiança. Em casa, com a família, ou no trabalho.
A confiança é a principal característica que dá suporte à liderança. Alguns denominam esta característica principal de credibilidade. Não muda muito, só o nome.
A confiança representa uma condição, sem a qual, não floresce a liderança. Ou seja, só é líder quem inspira confiança. Esta condição não garante a assunção da liderança, mas garante a base onde ela pode ser construída.
Portanto, qualquer que seja a posição de um líder, em qualquer empresa ou situação, a principal característica desse líder - e de quaisquer outros líderes - é a confiança. Para haver um líder, esse líder tem que inspirar confiança em quem o segue.
A confiança, então tão buscada e desejada, apresenta algumas peculiaridades interessantes, que ajudam na sua formação, apresentadas abaixo:
1. A confiança requer tempo para ser construída.
Não há confiança à primeira vista, o tempo é o adubo que permite crescer a relação de confiança.
2. A confiança é construída um a um.
A confiança se constrói em relações entre duas pessoas. Faça visitas garantindo isonomia de tratamento e construa a confiança.
3. A confiança é uma avenida de duas mãos.
A confiança precisa de duas pessoas e, necessariamente, ser recíproca. Se não há reciprocidade, há problemas de balanceamento no relacionamento.
4. A confiança implica em apreender e aprender com o outro.
Neste mundo de rápidas mudanças as pessoas estão aprendendo, mais e mais rápido, e a relação de confiança necessita constante troca de informações, tanto para equiparar os dois lados da relação de confiança, como para apreender as mudanças que ocorrem com cada um dos lados dessa relação.
5. A confiança tem limites.
A confiança é conquistada etapa a etapa. A cada etapa há o controle para verificar se a confiança depositada teve a realização comprometida do outro lado. Umas regras ótimas são:
Confie em Deus, e feche aporta com cadeado.
Tenha sempre confiança, mas faça contratos por escrito.
6. A confiança exige firmeza.
Tornar claro e checar o entendimento do que se espera é básico. Uma vez depositada a confiança, ela tem que ser correspondida. Confiança não correspondida significa abandono da relação. Porto final.
7. A confiança requer líderes.
Para se adquirir confiança é necessário que a outra parte diga algo como:
- Deixa comigo!
Isto, acima de tudo, quer dizer que a pessoa informa que tem condições de levar a bom termo a situação. No mínimo, esta pessoa lidera a si própria, ela se compromete com resultados.
8. Confiança significa lisura de procedimentos.
O melhor truque para ser um líder é não utilizar truque nenhum.
9. A confiança requer caráter e persistência.
A relação de confiança requer que cada lado só prometa aquilo que pode cumprir, portanto, se você prometeu, vá até as últimas conseqüências para garantir o prometido.
Ou de outra forma: só prometa aquilo que você pode cumprir, com folga.
Ou ainda mais: mesmo que o outro lado insista, jamais seja desonesto.
Você leva muito tempo para ganhar confiança e somente um segundo para perdê-la.
10. A confiança e o ser humano.
O ser humano é interessante: julga os outros pelos seus comportamentos, mas, a si próprio, pelas suas atitudes.
Aos próprios olhos nunca ninguém falha, há sempre uma explicação plausível, mas as razões pelas quais você deixou alguém a ver navios, são exclusivamente suas. Não importa se você é incompetente, se você tem falta de sorte, ou mesmo se você é mentiroso.
Assuma o erro, peça desculpas e, se aceita a desculpa, comece de novo a construir a confiança. Em casa, com a família, ou no trabalho.
Liderança, Equipe e Comunicação.
Nesse post apresentaremos um texto sobre a interação entre léder e equipe à partir da comunicação.
Liderança, equipe e comunicação fazem a diferença.
Por Gustavo G. Boog.
Andando por este Brasil afora em tantas e diferentes empresas, encontro um denominador comum: um enorme potencial de melhoras no tripé liderança, equipe e comunicações. E quando há carências numa das "pernas" do tripé, usualmente as outras dimensões também se apresentam como área de dificuldade, comprometendo o processo de gerenciamento de pessoas.
A chave do sucesso e competência das empresas, hoje mais do que nunca, está nesta nova fronteira, que é o comportamento humano. Tecnologia, patrimônio, informações, tudo isto pode ser adquirido; mas uma equipe competente, alinhada e motivada leva seu tempo para ser formada. As empresas que sabem lidar bem com pessoas e equipes, que resgatam esta dimensão de "pessoalidade" nas suas relações conseguem atingir excelentes resultados de negócio, integrados com um clima interno onde as pessoas curtem trabalhar, onde a motivação, o trabalho em equipe, a flexibilidade, a inovação, o "ousar" estão presentes em alto grau. A Revista Exame, agora com a relação das 100 melhores empresas para se trabalhar, demonstra que tratar bem as pessoas é um inteligente negócio. Basta folhear a revista para se perceber que são empresas bem sucedidas, e não apenas gigantes multinacionais. Isto quer dizer que um clima saudável pode e deve ser buscado em qualquer empresa, independentemente do tamanho ou setor de atividades.
E aí é que o tripé liderança, equipe e comunicações se manifesta com toda a força! É aí que as empresas devem focar a sua atenção.
O que encontro em muitas empresas são pessoas que exercem sua liderança mais como chefes que como líderes. No seu histórico de carreira, são excelentes técnicos, que sabem resolver bem questões técnicas, que foram conduzidos a papéis de chefia, ocupando "caixinhas" nos organogramas e progredindo em suas trajetórias profissionais sem buscarem um embasamento para lidar com pessoas e com equipes. Nem sempre o bom técnico é um bom líder. Aí usualmente vem as conseqüências de autoritarismo ou de omissão. É o chefe que é "linha dura" em excesso e que com isto massacra seu pessoal, ou o chefe que "deixa rolar solto", não tendo uma contribuição efetiva a fazer pelo seu grupo.
Quando falta uma visão mais convergente nas diversas áreas da empresa, quando falta a conexão da minha identidade com a identidade coletiva da empresa, ocorrem as dificuldades de trabalhar em equipe. O que prevalece é o "cada macaco em seu galho", o "não é de meu departamento" e os feudos acabam prevalecendo na organização. O primeiro a se prejudicar com a falta de visão de equipe é o cliente, que fica invariavelmente mal atendido (e não retorna mais). Como próximo (e imediato) passo, isto se reverte contra a empresa, que rapidamente perde seu lugar no mercado.
A carência nas comunicações é quase endêmica nas empresas. O medo de falar em público (mesmo que seja apenas meu pequeno grupo de subordinados), o temor de represálias se "eu falar a verdade", as dificuldades nas relações entre áreas ou ainda as reuniões improdutivas onde nada se decide são apenas alguns dos exemplos práticos desta dificuldade.
Se você identificou alguma destas situações na realidade de sua empresa, está na hora de agir. O capital humano pode se desgastar, e é muito importante fazer algo antes que os prejuízos se tornem irreparáveis.
Se você ocupa um cargo de liderança na empresa, e há pouco investimento nas áreas de liderança, equipe e comunicação, está na hora de sugerir e de influenciar a Direção e as áreas de RH para que isto aconteça. Comece a prestar atenção nos seus comportamentos e no das pessoas ao seu redor. Como está a sua qualidade de vida, profissional e pessoal?
No mínimo há muitos livros que podem ajudá-lo a crescer e se desenvolver, pois assim com certeza seus papéis de liderança serão melhor desempenhados. Procure apoio profissional se você achar que não pode lidar sozinho com certas situações. Serviços de counseling ou até de apoio terapêutico são possibilidades a serem exploradas.
Se você tem cargo de direção de empresas ou é responsável pelo desenvolvimento de competências em sua empresa, tenha conta que esta área comportamental apresenta elevadas taxas de retorno dos investimentos. A experiência mostra que melhorar a liderança, a equipe e a comunicações é um caminho mais curto para o desenvolvimento da empresa, de seus negócios e das pessoas que partilham o mesmo caminho.
Liderança, equipe e comunicação fazem a diferença.
Por Gustavo G. Boog.
Andando por este Brasil afora em tantas e diferentes empresas, encontro um denominador comum: um enorme potencial de melhoras no tripé liderança, equipe e comunicações. E quando há carências numa das "pernas" do tripé, usualmente as outras dimensões também se apresentam como área de dificuldade, comprometendo o processo de gerenciamento de pessoas.
A chave do sucesso e competência das empresas, hoje mais do que nunca, está nesta nova fronteira, que é o comportamento humano. Tecnologia, patrimônio, informações, tudo isto pode ser adquirido; mas uma equipe competente, alinhada e motivada leva seu tempo para ser formada. As empresas que sabem lidar bem com pessoas e equipes, que resgatam esta dimensão de "pessoalidade" nas suas relações conseguem atingir excelentes resultados de negócio, integrados com um clima interno onde as pessoas curtem trabalhar, onde a motivação, o trabalho em equipe, a flexibilidade, a inovação, o "ousar" estão presentes em alto grau. A Revista Exame, agora com a relação das 100 melhores empresas para se trabalhar, demonstra que tratar bem as pessoas é um inteligente negócio. Basta folhear a revista para se perceber que são empresas bem sucedidas, e não apenas gigantes multinacionais. Isto quer dizer que um clima saudável pode e deve ser buscado em qualquer empresa, independentemente do tamanho ou setor de atividades.
E aí é que o tripé liderança, equipe e comunicações se manifesta com toda a força! É aí que as empresas devem focar a sua atenção.
O que encontro em muitas empresas são pessoas que exercem sua liderança mais como chefes que como líderes. No seu histórico de carreira, são excelentes técnicos, que sabem resolver bem questões técnicas, que foram conduzidos a papéis de chefia, ocupando "caixinhas" nos organogramas e progredindo em suas trajetórias profissionais sem buscarem um embasamento para lidar com pessoas e com equipes. Nem sempre o bom técnico é um bom líder. Aí usualmente vem as conseqüências de autoritarismo ou de omissão. É o chefe que é "linha dura" em excesso e que com isto massacra seu pessoal, ou o chefe que "deixa rolar solto", não tendo uma contribuição efetiva a fazer pelo seu grupo.
Quando falta uma visão mais convergente nas diversas áreas da empresa, quando falta a conexão da minha identidade com a identidade coletiva da empresa, ocorrem as dificuldades de trabalhar em equipe. O que prevalece é o "cada macaco em seu galho", o "não é de meu departamento" e os feudos acabam prevalecendo na organização. O primeiro a se prejudicar com a falta de visão de equipe é o cliente, que fica invariavelmente mal atendido (e não retorna mais). Como próximo (e imediato) passo, isto se reverte contra a empresa, que rapidamente perde seu lugar no mercado.
A carência nas comunicações é quase endêmica nas empresas. O medo de falar em público (mesmo que seja apenas meu pequeno grupo de subordinados), o temor de represálias se "eu falar a verdade", as dificuldades nas relações entre áreas ou ainda as reuniões improdutivas onde nada se decide são apenas alguns dos exemplos práticos desta dificuldade.
Se você identificou alguma destas situações na realidade de sua empresa, está na hora de agir. O capital humano pode se desgastar, e é muito importante fazer algo antes que os prejuízos se tornem irreparáveis.
Se você ocupa um cargo de liderança na empresa, e há pouco investimento nas áreas de liderança, equipe e comunicação, está na hora de sugerir e de influenciar a Direção e as áreas de RH para que isto aconteça. Comece a prestar atenção nos seus comportamentos e no das pessoas ao seu redor. Como está a sua qualidade de vida, profissional e pessoal?
No mínimo há muitos livros que podem ajudá-lo a crescer e se desenvolver, pois assim com certeza seus papéis de liderança serão melhor desempenhados. Procure apoio profissional se você achar que não pode lidar sozinho com certas situações. Serviços de counseling ou até de apoio terapêutico são possibilidades a serem exploradas.
Se você tem cargo de direção de empresas ou é responsável pelo desenvolvimento de competências em sua empresa, tenha conta que esta área comportamental apresenta elevadas taxas de retorno dos investimentos. A experiência mostra que melhorar a liderança, a equipe e a comunicações é um caminho mais curto para o desenvolvimento da empresa, de seus negócios e das pessoas que partilham o mesmo caminho.
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